Diferentes formas de inteligência - como usá-las? 

Diferentes formas de inteligência - como usá-las? 

Com o temaDiferentes formas de inteligência – como usá-las?‘, damos sequência ao capítulo 1 – VISITA AO JARDIM DA INTUIÇÃO do livro ‘Intuição Para Viver uma Vida Melhor‘.

Todas as formas de inteligências pessoais[0] são tipos de inteligência que não podem nem devem ser reprimidas ou descartadas! O quanto soubermos usá-las em conjunto, e de modo integrado, é que refletirá nosso nível de inteligência individual

O uso conjunto de todas as formas de inteligência é o caminho natural a ser percorrido por todos nós; e mais: o uso conjunto de todas as inteligências individuais usadas com focos comuns, coletivamente, reflete o nível de inteligência da humanidade.

Quando as inteligências individuais são usadas de forma egoísta, a vida social e o meio ambiente do planeta são relegados a plano secundário; com isso, as possibilidades de prejuízos aumentam, tanto sociais quanto ambientais. 

Penso que as múltiplas formas de inteligência pessoal, apresentadas e desenvolvidas por Gardner[1] (década de 1980), e as várias combinações de capacidades e aptidões que comporiam a inteligência, apresentadas por Guilford[2](década de 1970), assim como a intuição, a razão, o instinto e outras formas de expressão de inteligência, não podem (nem devem) ser descartadas!

Não utilizá-las é uma escolha, mas constitui um desperdício; usá-las em conjunto, e coletivamente, reflete um mais alto nível de inteligência.

Assim, intuitivamente a resposta à pergunta "como usar os diferentes tipos de inteligência que possuímos", é: devemos usá-las em conjunto, de forma harmoniosa e natural. 

[0]   Exemplos de inteligências pessoais: além da classificação dos nove tipos de inteligência apresentados por Gardner[1], que são: Inteligência lógico-matemática, Inteligência linguística, Inteligência musical, Inteligência espacial, Inteligência corporal-cinestésica, Inteligência intrapessoal, Inteligência interpessoal, Inteligência naturalista, Inteligência existencial, podemos pensar em várias outras formas de classificações, entre as quais, a inteligência espiritual, a inteligência emocional, a inteligência intuitiva, a inteligência racional e a inteligência instintiva.

[1]   Howard Gardner, psicólogo e professor da Universidade de Harvard, introduziu o conceito de múltiplas inteligências (1983) em seu livro Estruturas da Mente

[2]   Joy Paul Guilford (7 mar. 1897 a 26 nov. 1987) psicólogo americano lembrado por seu estudo psicométrico da inteligência humana, e que conceituava a inteligência como sendo resultante da combinação de três dimensões: uma com cinco operações (cognição, memória, avaliação, produção divergente e produção convergente); outra com seis produtos (unidades, classes, relações, sistemas, transformações e implicações); e a terceira com quatro conteúdos (figural, simbólico, semântico e comportamental). Combinando essas três dimensões propostas (5x6x4), alcança-se as 120 capacidades ou aptidões que formam a inteligência, de acordo com seus estudos.


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