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A ilusão da zona de conforto

Reflita por que lutar dá sentido à vida. Hoje, ‘Reflexões para a Vida‘ do site intuicao.com apresenta como tema para reflexão ‘A ilusão da zona de conforto‘. Confira!

vaidade espiritual, veneno invisível, zona de conforto

Descobrir pelo que lutar pode transformar uma vida. Pode ser a diferença entre estagnar ou levantar-se, seguir adiante e permitir que a luz volte a entrar. Entre continuar hibernando ou despertar; entre romper amarras e experimentar a liberdade ou permanecer guiado pela ausência de esperança e propósito. Mas esses propósitos habitam o mais profundo de cada ser.

Dar-lhes luz é apenas questão de tempo — cedo ou tarde, a alma humana é tocada por eles.

Crescer sem desafios é iludir a si mesmo. O crescimento verdadeiro surge quando aprendemos a ultrapassar as barreiras que nos cercam — e essas barreiras incluem dores, obstáculos, doenças e perdas.

No fundo, tudo isso constitui desafios que funcionam como verdadeiros elevadores espirituais. A sensação inicial pode ser desconfortável; muitas vezes preferiríamos que tais desafios não existissem. Mas eles chegam, de formas diferentes para cada um, e todos têm algo a superar. Não há motivo para temê-los ou vê-los como inimigos: fazem parte da cartilha da vida. No fim, são benéficos para o nosso amadurecimento.

A primeira lei da física diz: sem forças externas, um corpo permanece como está. Na teoria, a inércia mantém tudo imóvel. Mas na prática — no mundo real — sempre há influências externas: resistência do ar, irregularidades do solo, forças que nos empurram ou nos freiam.

Em nossas vidas, a inércia também se manifesta como tendência. E, assim como na física, ela nos convida a permanecer onde estamos. No cotidiano, chamamos isso de “zona de conforto”. Permitir que essa zona prevaleça é, na verdade, deixar-se conduzir — não para permanecer igual, mas para ser levado por influências externas, muitas vezes sem perceber para onde.

A zona de conforto nunca é permanente: cedo ou tarde, ela se deteriora. Se não nos dedicarmos ao que acreditamos, ao que sabemos ser bom, justo e necessário — para a natureza, para as pessoas e para nós mesmos — acabamos sendo conduzidos como marionetes.

Quem somos? Como somos? O que significa ser nós mesmos? Escolher não se padronizar é escolher a luz. É abrir caminho para a autodescoberta. Compreender-se e compreender as mudanças que surgem quando nos movemos em direção ao que nossa alma deseja nos transforma por dentro — para melhor.

Dançar ao som da música das esferas celestiais e liberar os sentimentos elevados que habitam nosso ser nos conduz a novas atitudes — sem medo de não corresponder às expectativas alheias.

Não temer opiniões diferentes, não se interessar por superficialidades que sabemos ser prejudiciais a nós e aos que as propagam: isso também é aprendizagem. É parte da jornada rumo à felicidade, mesmo em meio aos desafios inevitáveis.

Dar cores próprias à vida tem um valor que ultrapassa a imaginação.

Se você tem desafios, você tem muito. Tem algo a conquistar. Tem pelo que lutar. Não lutar é fugir da vida.

E o que intuo que Deus diria a quem quiser escutá-Lo?
“Siga em frente e deixe-se iluminar.”
No fundo, permitir-se ser iluminado pela luz divina é o caminho.

vaidade espiritual, veneno invisível, zona de conforto

Para pensar:
Quando a alma chama, a zona de conforto se desfaz.

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