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A Ciência que Esquecemos

Hoje, ‘Reflexões para a Vida‘ do site intuicao.com apresenta como tema uma breve reflexão sobre ‘A Ciência que Esquecemos‘ sobre o qual te convidamos a refletir. Confira!

ciência

O entendimento do que seja ciência tem sofrido distorções profundas. Uma das razões para isso é o fato de ela ter sido colocada nas mãos de “tecnocratas” que, em grande parte, pouco têm de cientistas. Ao longo do tempo, esses grupos se afastaram da essência e do propósito que dão sentido à prática científica. Confundiram ciência com tecnicismo e distorceram até mesmo o uso da palavra “racional”, reduzindo-a a um formalismo vazio. Esqueceram-se de que muitos dos grandes gênios que transformaram a história o fizeram apoiados no conhecimento, sim, mas também movidos por uma intuição poderosa.

Alguns exemplos ilustram bem essa fusão entre rigor científico e intuição:

  • Albert Einstein — formulou a Teoria da Relatividade guiado por “experimentos mentais” intuitivos, muito antes de haver comprovação matemática ou experimental.
  • Isaac Newton — sua compreensão da gravidade nasceu de uma percepção intuitiva sobre a relação entre a queda de um objeto e o movimento dos astros.
  • Nikola Tesla — visualizava máquinas inteiras funcionando em sua mente antes de construí-las; sua intuição era parte central do processo criativo.
  • Marie Curie — insistiu na investigação de elementos radioativos movida por uma convicção interna de que havia algo ainda não compreendido ali.
  • Charles Darwin — teve o “insight” da seleção natural durante uma viagem, muito antes de sistematizar a teoria com dados e estudos extensos.
  • Leonardo da Vinci — unia observação minuciosa e uma imaginação quase visionária para antecipar conceitos científicos séculos antes de serem comprovados.

Hoje, uma parcela significativa daqueles que se tornaram verdadeiros carcereiros do que chamam de “ciência” está ancorada em padrões impostos por burocratas, e não por cientistas genuínos. Estes ainda existem — e são eles que mantêm vivo o verdadeiro ideal científico —, mas raramente recebem o reconhecimento que merecem.

É importante lembrar que os cientistas autênticos não temem a inovação; ao contrário, nutrem profundo amor pelo desconhecido. Foi graças a esse espírito — feito de imaginação abundante e quase nenhuma burocracia — que tantos saltos foram possíveis ao longo da história.

ciência

Há um brilho antigo na ciência que insiste em permanecer. 
Deixo aqui apenas esta reflexão, na esperança de que ela ajude a trazer mais luz sobre o tema.

Sugestão de post: Conferências da Solvay

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