Quando usar a intuição ou a razão?

Quando usar a intuição ou a razão?

Na sequência, veja o subcapítulo do livro ‘Intuição Vida melhor’:Quando usar a intuição ou a razão?‘:

Basicamente, como resultado do uso da intuição, pode-se dizer que temos as intuições, pensamentos intuitivos, visionamentos intuitivos ou ainda reflexões intuitivas, enquanto racionalmente podemos dizer que temos os pensamentos lógicos ou racionais, visionamentos racionais ou ainda reflexões lógicas ou racionais. 

Quando usamos a razão, fazemos uso de referências, conceitos e aprendizagens de forma racional, e isso envolve um relativo esforço no ato de “buscar” o conhecimento, de pensar e da construção do raciocínio, no sentido de entender, aprender e construir nossas ideias, entendimentos ou aprendizagens; enquanto o processo intuitivo se caracteriza pelo ato de pensar e obter ideias, percepções, insights, ou aprendizagens de forma direta e sem fazer esforço. 

A abordagem da intuição apresentada no decorrer destas páginas é uma abordagem nascida da aprendizagem e do amadurecimento que se faz cada vez mais presente em minha jornada de vida: o melhor uso que podemos fazer da intuição é quando ela atua em harmonia com a razão, e, indo além, quando permitimos sua manifestação e livre expressão em harmonia, não só com a razão, mas com todas as nossas potencialidades adquiridas e desenvolvidas em nossas jornadas de vida. Aqui há um alerta que merece consideração: uma armadilha que surge para muitos é o questionamento: usar a razão ou a intuição?

Devemos usá-las em conjunto, sempre! E não só elas, mas também devemos fazer o seu uso conjunto com as outras potencialidades da alma. Não usar uma ou outra isoladamente, mas o uso conjunto, em harmonia. É neste sentido que, espero, se dê a sua jornada pelo jardim da intuição durante essa leitura. 


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Imagem no topo da página: Banco de Imagens Pixabay