A energia vital

A energia vital

O “prana” indiano, o “chi” chinês, o “Ki” japonês ou o “fluído universal” – denominações distintas que traduzem um mesmo significado, nos remetem à energia vital que a tudo dá vida e que vitaliza os seres, os ambientes e tudo que os compõem.

A beleza está na vitalidade, nos ciclos e na evolução constante que sempre nos conduzem a mudanças que se apresentam como convidadas ilustres mas que, algumas vezes, são recepcionadas como intrusas não desejadas.
A falta de capacidade de entender e aceitar essas convidadas inesperadas – as mudanças, reflete o quanto nosso real potencial está sendo colocado em ação.

A energia vital que a nós é disponibilizada não tem limites e vai muito além de nossa atual capacidade de entendê-la. Cada ser, conforme seu processo de “germinação” pessoal, a transforma em poder, resistência e capacidade; sendo que, quando trazida à ação, pode manifestá-la potencializada como um feixe de luz focalizado e cheio de energia ou mantê-la aprisionada como um “pacote de energia bloqueada”, sem liberá-la e sem permitir que ela atue de modo que a vida da própria pessoa siga seu fluxo mais natural.

A confusão e insegurança podem estar dando o tom e impedindo o fluxo dinâmico de tal energia, que pode ser transformadora.
Sem permitir que o processo ocorra de forma natural, a energia se esvai sem direção e, ao invés de força, resistência e poder, o que acaba ocorrendo é o desgaste, o cansaço e a sensação de estar sobrecarregado.

Viver a vida sem entender, ou pelo menos aceitar a importância desta energia vital é um dos principais fatores que limitam o ser humano de viver uma vida melhor e aceitar mudanças em sua própria vida.

Em síntese, não perceber e não fazer uso da energia vital é como viver a vida desperdiçando muito da energia que está à sua disposição. Isso influencia a pessoa a não ter um propósito claro em sua vida. Suas ações acabam sendo como flechas sem alvo a buscar, que simplesmente voa pelos ares, sem deixar vestígios.
Assim, a energia do pensamento ou ideia, que poderiam se multiplicar e se potencializar, dando vida a algo novo – se tivessem um foco ou meta a guiá-las, poderá se esvair e se perder.


Reflexão baseada no livro: Harmonia no Ambiente – Para Viver uma Vida Melhor
Autor: Herbert Santos

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Foto: disponibilizada pelo banco de imagens Pixabay