Tristeza? E depois?

Tristeza? E depois?

Tristeza? E depois?

O sentimento de tristeza nem sempre é prejudicial.
Ele pode redefinir direções, mostrar lados antes não notados ou simplesmente acionar nosso nível de sensibilidade humana.
A tristeza será negativa sim, quando alimentar a amargura e raiva.

Por outro lado … podemos sair da tristeza, quando nos fortalecemos espiritualmente,  seja adentrando o caminho da introspecção ou de ações solidárias, não importa. O que faz a grande diferença é: em momentos de falta de esperança, de algum modo, permitir Deus em nossas mentes e corações.  

Ao fazer essa escolha, o foco não será a dor, que pode continuar presente, mas, de algum modo, nossa atenção não mais estará nela. Ao observarmos, estaremos com bons sentimentos presentes e rumando em direção ao crescer, como seres humanos e espirituais.

E então …
sairmos da experiência mais fortes e melhores que entramos.
Ou, caso a escolha não seja a do fortalecimento íntimo …
podemos cair num abismo… de amarguras e mau humor…
e aí nos machucar ainda mais,
então daí será mais difícil sair,
mas, ainda assim, vale lembrar sempre…
sair é questão de tempo

Como disse o poeta ‘Carlos*,

“A dor é inevitável,
já o sofrimento, este é opcional’

Ou seja, nas vidas humanas, as dores virão e existirão por um tempo, não há como evitá-las. Fazem parte da vida.

O que podemos e devemos fazer  é lidar com elas com sabedoria, usando forças íntimas que são ativadas quando colocamos a espiritualidade em prática.

Aí entra nossa parte, lembrada pelo poeta ao dizer: ‘o sofrimento é opcional‘.

 

* Carlos Drummond De Andrade

Extrato: Estética da Esperança
autor: herbert santos silva
Imagem: Pixabay